Zona de Caça Turística de Vale Cavaleiro
PAVILHÃO DE CAÇA
Sólida construção em granito, respeitando a traça arquitectónica da região, foi construída especificamente para fornecer apoio aos clientes da zona de caça.

Possui uma sala comum, cozinha, despensa, copa, lavandaria, escritório, canil e gabinete médico para prestação de primeiros socorros.

Construído num local aprazível e de fácil aceso, permite usufruir de uma excelente panorâmica sobre as serranias beirãs periféricas à Região Demarcada do Douro cujos vinhedos ainda marcam a paisagem.

Dispõe ainda de serviço de refeições, apostando sempre na qualidade de todos os serviços prestados.
ZONA DE CAÇA TURÍSTICA DE VALE CAVALEIRO - ARMAMAR
Com uma superfície de aproximadamente 2036 ha, esta zona de caça localiza-se numa região com tradições venatórias reconhecidas desde há muito.

Tratam-se de terrenos do sector público e privado com uma actividade agrícola reduzida, tradicional e de subsistência, em que o desenvolvimento económico é fraco mas com excelentes condições para a produção e exploração da fauna cinegética.

Área essencialmente planaltica onde as diversas linhas de água conferem à zona um aspecto ligeiramente recortado e ondulado, entrecortado por alguns afloramentos rochosos, originando características orográficas óptimas para a existência de caça menor.

Ao nível da cobertura vegetal predomina o pinheiro-bravo disperso e nos terrenos mais pobres, de encosta, com maior pedregosidade permanecem os matos naturais com giestas, carrasco e silvas, entrecortados com gramíneas espontâneas.
Espécies cinegéticas ocorrentes:
•  Javali - Sus scrofa
•  Lebre - Lepus capensis granatensis
•  Coelho - Oryctolagus cuniculus
•  Raposa - Vulpes vulpes
•  Pega-rabuda - Pica pica
•  Gralha-preta - Corvus corone
•  Perdiz vermelha- Alectoris rufa
•  Gaio - Garrulus glandarius
•  Codorniz - Coturnix coturnix
•  Pombos - Columba spp.
•  Rola-comun - Spreptopelia turtur
•  Tordo-ruivo-comum – Turdus iliacus
•  Tordo-comum– Turdus philomelos
•  Tordo-zornal – Turdus pilaris
•  Tordeia – Turdus viscivorus
•  Melro-preto - Turdus micalos
•  Estorninho malhado - Sturnus
•  Narceja comum - Gallinago gallinago
•  Galinhola - Scolopax rusticola
ESPÉCIES CINEGÉTICAS SELVAGENS EXPLORADAS:
A perdiz vermelha, o coelho bravo, a rola, a codorniz e, dentro das espécies de caça maior o javali, são as espécies existentes no estado selvagem, exploradas nesta zona de caça.

Quer pela abundância, quer pelo valor social e desportivo a perdiz, o coelho e os tordos assumem especial relevância, encontrando aqui condições ímpares para se desenvolverem.

O número de caçadas a estas espécies, determinado anualmente após operações censitárias complementadas com as informações do Guarda Florestal Auxiliar, é sempre reduzido e determinado com especial ponderação numa perspectiva absolutamente racional e sustentada.

A caça a estas espécies pode ser praticada durante o respectivo período venatório, durante todos os dias da semana, para as sedentárias, e às quartas-feiras, sábados e domingos, para as migratórias.
CAÇA INTENSIVA
A caça de salto à perdiz com cão de parar é talvez, de entre a pena, a mais tradicional em Portugal.

A escassez de perdizes bravas, ou os seus elevados custos, levou ao aparecimento da prática desta modalidade com perdizes e/ou faisões criados em cativeiro para este fim.

Podendo ser praticada durante todo o ano em Campos de Treino de Caça nesta Zona de Caça, é uma excelente forma para iniciar ou treinar cães de parar e a pratica de tiro, além de proporcionar divertidas jornadas de caça semelhantes às praticadas "antigamente", onde a abundância de peças de caça anima e a camaradagem se reforça.

Utilizando apenas perdizes e faisões de elevada qualidade, bem emplumados e com grande capacidade de voo consegue-se proporcionar jornadas que satisfazem o caçador mais exigente.

A caça de salto as espécies cinegéticas de cativeiro pode ser realizada, nesta Zona de Caça, durante todo o ano e em qualquer dia da semana, sendo, no entanto, aconselhável a marcação com uma certa antecedência.

As largadas realizadas na Zona de Caça Turística de Vale Cavaleiro, quer pela qualidade das aves utilizadas, quer pelas características orográficas do local onde se realizam, simulam com realismo as batidas ou "enchotas" alentejanas ou ainda os "oejos" dos nossos vizinhos espanhóis, sendo muito apreciadas e objecto de grande procura.

A bravura, rusticidade e pureza genética das perdizes, faisões e patos bravos largados, fazem as delícias dos muitos adeptos desta modalidade.

A Gesticaça realiza largadas de Agosto a Março, em datas pré-estabelecidas ou a pedido, sempre que o número de caçadores o justifique.
Programa de caça
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